Eis algo que, confesso, tenho: Preconceitos literários. Tenho preconceitos em ler determinados livros. Se o lamento? Sim, talves seja estúpido deixar de ler determinado livro porque é de determinado autor, ou porque está na moda. Eventualmente acabo por perder a oportunidade de ler boas histórias.
Adiante, hoje vou falar de um preconceito específico.
Antes disso quero dizer que tenho andado curiosa sobre o filme que saiu de um livro que começou num blogue: Julie & Julia. Julie Powell, cansada da vida que levava resolve iniciar um projecto que é cozinhar as 524 receitas do livro de culinária de Julia Child, "Mastering the Art of French Cooking" e relatar a experiência num blogue. O blog, deu em livro e agora em filme.
Parece-me uma história simples mas que se vê / lê bem e fiquei curiosa. Além disso envolve cozinhar, quero mesmo ir ao cinema ver. É um daqueles filmes que costumo ver sozinha, vou às compras, passeio e uma vez por outra escolho um filme mais simples ou "água com açúcar" como costumam dizer os brasileiros, para ir ver.
No sábado, nas compras, dou de caras com o livro à venda. Por impulso coloco o carro no carrinho sem ler nada, capa, contracapa, lombada, uma página ou outra. Chego a casa e dou então uma vista de olhos pelo livro.
Aquela parte da capa, que é dobrada, onde costuma estar informação sobre os autores reza assim:
"Julie Powell nasceu e foi criada em Austin, no Texas, onde conheceu o marido Eric. Depois de ter passado muito tempo em empregos temporários, agora escreve, de pijama, em Long Island City, Queens, onde partilha umas águas-furtadas com Eric, com o seu cão, Robert, com as suas gatas, Maxine, Lumi e Cooper, e com a sua cobra, Zuzu Marlene."
Leio isto e temo o pior. Para começar para que que nos serve a informação que a autora (de UM livro, ok, tem de se começar por algum lado) escreve de pijama? Irritou-me, sério. É para nos fazer aproximar dela? Quão simples é? Não gosto. Autores para mim são pessoas inantigíveis e quero lá saber se escrevem de pijama, de fato-de-treino ou nús.
Certo que a pessoal em questão não é escritora, como muitos outros bloggers viu o seu blog passar a livro, tudo bem, não tem aquela autra de Escritor. E nem eu estava à espera disso, pensei que seria um livro bem disposto, com umas receitas pelos meio, de algum modo interessante. Não uma leitura recomendada mas sim para ajudar a passar o tempo.
Agora o que me irrita a sério, mesmo a sério e me faz decididamente a NÃO comprar determinados livros é ler que a fulana de tal (autora do livro) " vive actualmente com o cão, a cadela, a vaca, o burro". Mas o que é isto? Leio isso e imediatamente o livro fica de lado. Este é outro preconceito que tenho, não compro livros em que saiba estes detalhes da vida dos autores.
Quanto ao livro? Não, não me convence. É fácil de ler, claro, mas eu, que gosto de cozinhar, esperava outra coisa. Basicamente não passa de um relato de experiências que nem sempre bem sucedidas de determinados pratos, tentativas falhadas e nem gosto particularmente do humor. Eu queria algo que me fizesse desejar querer cozinhar tudo aquilo também. Não me provoca nada.
PS: Estou no PC do A. por artes mágicas que não entendo não consigo deixar aqui links. Mas se estiverem interessadas no blog da Julie é:
http:juliepowell.blogspot.com
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Estou aqui. Não me apetece voltar a ler o post anterior e corrigir eventuais erros. O A. diz que escrevo frases muitos longas e é difícil entender. Por isso é que não lhe escrevo cartas de amor...
Para variar estou cansada. Não quero passar o tempo a queixar-me de trabalho para mais quando envolve um projecto que, apesar de me tirar todas as energias, me está a dar muito gozo. Deadline à porta, daí o stress. Preciso de descansar, eu vou para para o trabalho, regresso do trabalho a resolver mentalmente assuntos pendentes, estou esgotada. Venham as férias, já, já, já. Ah, claro ir de férias agora, também complica as coisas mas com viagem marcada nada a fazer. Nem tenho tido tempo de ir à net ver as noticias (blogs). Mas há já algum tempo que queria escrever sobre divórcios, poder paternal e afins. Não é o que tenho querido escrever mas aproveitei a onda da reportagem de ontem e aí está o post escrito hoje enquanto almoçava. Leiam. ... Está aí alguém? Hello?
Agora aqui estou, supostamente devia de terminar umas coisas, mas ficam para amanhã. Nem consigo pensar. Terminei o dia tendo uma conversa louca com um colega meu. Pedi-lhe ajuda para resolver umas coisas mas todas as frases que eu começava não terminava nenhuma. Pensamento a 1000 à hora e ele, claro, a navegar nas minhas frases incoerentes. Resolvi vir para casa. Espero descansar esta noite, pois até tenho sonhado com trabalho.
Enquanto escrevo tenho a TV na SicMulher, está a dar o American's next top model. Porque é que todas gritam?
Vou desligr e pegar no meu livrinho, do qual não estou a gostar mas de tão básico que é ajuda a passar o tempo sem grandes esforços.
Para variar estou cansada. Não quero passar o tempo a queixar-me de trabalho para mais quando envolve um projecto que, apesar de me tirar todas as energias, me está a dar muito gozo. Deadline à porta, daí o stress. Preciso de descansar, eu vou para para o trabalho, regresso do trabalho a resolver mentalmente assuntos pendentes, estou esgotada. Venham as férias, já, já, já. Ah, claro ir de férias agora, também complica as coisas mas com viagem marcada nada a fazer. Nem tenho tido tempo de ir à net ver as noticias (blogs). Mas há já algum tempo que queria escrever sobre divórcios, poder paternal e afins. Não é o que tenho querido escrever mas aproveitei a onda da reportagem de ontem e aí está o post escrito hoje enquanto almoçava. Leiam. ... Está aí alguém? Hello?
Agora aqui estou, supostamente devia de terminar umas coisas, mas ficam para amanhã. Nem consigo pensar. Terminei o dia tendo uma conversa louca com um colega meu. Pedi-lhe ajuda para resolver umas coisas mas todas as frases que eu começava não terminava nenhuma. Pensamento a 1000 à hora e ele, claro, a navegar nas minhas frases incoerentes. Resolvi vir para casa. Espero descansar esta noite, pois até tenho sonhado com trabalho.
Enquanto escrevo tenho a TV na SicMulher, está a dar o American's next top model. Porque é que todas gritam?
Vou desligr e pegar no meu livrinho, do qual não estou a gostar mas de tão básico que é ajuda a passar o tempo sem grandes esforços.
Vi ontem a reportagem que passou na TV (SIC?) sobre “Filhos de Pais em Guerra” (será este o nome?). Estava sozinha, aliás é um tipo de reportagem que o A. se recusa a ver.
Claro que a reportagem não me deixou indiferente e nem sei por onde começar os meus comentários.
Eu não gosto de falar aqui do meu caso, do nosso caso. Se é um bom exemplo? Não é mau. Se podia ser melhor? Claro que sim. Mas honestamente ao fazer um balanço é inevitável confirmar que coisas a melhorar há sempre, como tal quase que diria que não nos podemos queixar. De vez em quando temos chatices, incomoda-me termos de ser sempre nós a ceder, ou a alterar o que já está estipulado “porque sim”, ou a alterar horários dependendo da necessidade da outra parte, mas se formos nós a necessitar isso já não conta, enfim. Mas o A. e a ex têm um relacionamento diria que saudável. Falam os dois e isso é muito importante, discussões vão sempre haver (até em casais que estão juntos), por isso fico feliz por o A. não passar por muito do que outros pais (infelizmente) passam.
Passando à reportagem:
Se no início tentei ser imparcial e não julgar a mãe que entrevistaram, no final só me apetecia fulminá-la. Como sei, devido à minha história, que tenho tendência a compreender melhor o lado dos pais, faço um esforço para contrariar essa tendência. O pai dizia que a mãe desmarcava os fins-de-semana sem qualquer explicação, em cima da hora, a mãe dizia que era o pai que faltava aos fins-de-semana e não procurava os filhos. Ok, entramos aqui no diz-que-disse , não quis escolher a minha posição. A mãe falava de um modo muito exaltado, o que não me inspirava confiança mas também podia ser por estar tão farta de tudo aquilo e estar realmente a dizer a verdade que fica sem paciência. O pai não, muito calmo, a falar e num aspecto ganhou a minha compreensão: recordava-se de episódios, de datas. “Sei lá qual foi o fim-de-semana em que isso aconteceu, ele faltou a tantos” disse a mãe. Mas o pai sabia perfeitamente quais eram os fins-de-semana que tinham sido cruciais para toda a confusão instalada. É que, para um pai que pouco vê os filhos, todos os fins-de-semana contam, aquele primeiro que se falha de um início de muitos, causa mossa, fica na memória.
Lamento imenso por todos os filhos que, sem se aperceberam, são vítimas da famosa Alienação Parental. E na voz da senhora que também falou na reportagem e que é mediadora familiar, num caso destes toda a gente perde. Perde o pai (mãe) que se vê alienado, perde a criança que não cresce de um modo saudável, não cresce com o pai e não cresce com a mãe, porque agir assim não é papel de mãe. As palavras que a senhora utilizou podem não ter sido estas, mas a mensagem sim. Quem age assim não é uma boa mãe, não é.
No caso mostrado na reportagem fiquei sentida quando soube que os próprios filhos disseram em tribunal não querer ir de férias com o pai.
Nestes casos um fim-de-semana que se falha, o próximo é só daí a 15 dias e afinal também se falha e passa-se um mês em que pai e filhos não estão juntos, e depois outro mês, e outro. Meses. Festas. Da escola, Natal, tudo o que é suposto ser partilhado, é simplesmente ignorado. E porquê? Porque as mães não querem. Não querem que os filhos tenham relacionamento com os pais. Agem sem qualquer respeito por ninguém principalmente respeito pelos filhos. Na reportagem falaram em desequilíbrio emocional, má formação.
Ainda no caso da reportagem, se dúvidas houvesse que, os filhos daquele casal, sofriam de Alienação Parental as palavras da mãe não deixam dúvidas. Para começar recusou a proposta da Mediação Familiar “Para quê?” pergunta ela na reportagem. Só o facto de fazer a pergunta diz tudo. E depois a confirmação vem no final. A jornalista pergunta a ambos qual o futuro que vê no relacionamento Pai /Filhos. O pai responde que espera que os filhos saiam do ninho, que voem sozinhos, que questionem, que continuará à espera deles. A mãe muito grosseiramente responde “Inexistente”.
Para balançar mostram-nos também a história de uma mãe que ficou um ano sem saber dos filhos que tinham sido levados pelo pai. Eu recordo-me da história, da jornalista Felícia Cabrita ter encontrado essas crianças. Não sei os detalhes mas depois disso parece que as crianças voltaram a viver com a mãe, o pai entretanto desapareceu e nunca mais procurou os filhos. Neste caso dois apontamentos:
1 – A filha que deverá ter uns 16 anos, dá o seu testemunho. Diz que já se sente com maturidade suficiente para falar no assunto. Diz que o pai lhes dizia mal da mãe, e que lhes dizia que era a mãe que não os procurava e por aí fora. Sabe que a mãe terá todas as razões do mundo para não gostar do pai mas nunca lhes disse mal dele. Continua a gostar do pai, apesar de ele ter desaparecido e nunca mais os ter procurado. O tribunal entregou o poder paternal à mãe mas estipulou as visitas do pai, mesmo este tendo raptado os filhos. A filha diz ter perguntas. Se entretanto lhes disse que o que fez foi por gostar tanto deles, porque razão desapareceu depois?
2 – A mãe. A mãe que teve 1 ano ou mais sem saber dos filhos porque o pai os raptou e nunca disse mal do pai aos filhos. Testemunho da filha. E a história que contou em relação ao filho. De sorriso na cara diz-nos que logo quando se separaram e viviam em casas separadas os filhos vinham vê-la e o filho nunca queria entrar. Quando a mãe lhe perguntou porquê o filho diz que “ o pai diz que, se eu entrar aí, deixa de gostar de mim. Eu sei que tu não deixas de gostar de mim mesmo que eu não entre”
Este texto vai longo mas ainda havia muito mais para escrever. Só para terminar uma última nota sobre a primeira ... mãe (tenho alguma dificuldade em dar-lhe essa categoria). O pai casou novamente, os filhos davam-se bem com a madrasta. De um momento para o outro o pai recebe uma sms dizendo que os filhos não iriam mais ter com ele enquanto ele estivesse com outra pessoa. Aparentemente terá acusado a madrasta de bater nos filhos. A madrasta falou dizendo que lhe tinha obviamente custado ser acusada em falso. Ainda poderíamos dar o benefício da dúvida à “mãe” mas na reportagem é a própria que diz não querer ter os filhos a conviver com alguém que não é da família. Os filhos iram para estar com o pai e não com outra pessoa que não é da família. O quê?
É típico. Não me parece que a senhora consiga alguma vez ter vida própria para além de viver em função dos filhos (erro gravissímo) mas se por artes mágicas a senhora casasse novamente, o marido dela nunca faria parte da família. Isto não é má-formação das pessoas?
Engraçado, questiono-me sobre o que teria ela respondido caso a jornalista lhe fizesse essa pergunta, se ela se casasse novamente. Hipótese que ela em caso algum colocou, como não tem vida essa hipótese nunca se põe.
Padrastos e madrastas fazem parte da família, não são pai e mãe. O importante é cada um saber perfeitamente qual o papel que lhe corresponde e ter sempre noção dos seus limites. Mas isto é uma lição básica de viver em sociedade, coisa que nem toda a gente sabe.
PS. Texto escrito muito à presa, no meio do trabalho, nem vou rever. Sorry pelos erros. Se tiver tempo revejo em casa.
Claro que a reportagem não me deixou indiferente e nem sei por onde começar os meus comentários.
Eu não gosto de falar aqui do meu caso, do nosso caso. Se é um bom exemplo? Não é mau. Se podia ser melhor? Claro que sim. Mas honestamente ao fazer um balanço é inevitável confirmar que coisas a melhorar há sempre, como tal quase que diria que não nos podemos queixar. De vez em quando temos chatices, incomoda-me termos de ser sempre nós a ceder, ou a alterar o que já está estipulado “porque sim”, ou a alterar horários dependendo da necessidade da outra parte, mas se formos nós a necessitar isso já não conta, enfim. Mas o A. e a ex têm um relacionamento diria que saudável. Falam os dois e isso é muito importante, discussões vão sempre haver (até em casais que estão juntos), por isso fico feliz por o A. não passar por muito do que outros pais (infelizmente) passam.
Passando à reportagem:
Se no início tentei ser imparcial e não julgar a mãe que entrevistaram, no final só me apetecia fulminá-la. Como sei, devido à minha história, que tenho tendência a compreender melhor o lado dos pais, faço um esforço para contrariar essa tendência. O pai dizia que a mãe desmarcava os fins-de-semana sem qualquer explicação, em cima da hora, a mãe dizia que era o pai que faltava aos fins-de-semana e não procurava os filhos. Ok, entramos aqui no diz-que-disse , não quis escolher a minha posição. A mãe falava de um modo muito exaltado, o que não me inspirava confiança mas também podia ser por estar tão farta de tudo aquilo e estar realmente a dizer a verdade que fica sem paciência. O pai não, muito calmo, a falar e num aspecto ganhou a minha compreensão: recordava-se de episódios, de datas. “Sei lá qual foi o fim-de-semana em que isso aconteceu, ele faltou a tantos” disse a mãe. Mas o pai sabia perfeitamente quais eram os fins-de-semana que tinham sido cruciais para toda a confusão instalada. É que, para um pai que pouco vê os filhos, todos os fins-de-semana contam, aquele primeiro que se falha de um início de muitos, causa mossa, fica na memória.
Lamento imenso por todos os filhos que, sem se aperceberam, são vítimas da famosa Alienação Parental. E na voz da senhora que também falou na reportagem e que é mediadora familiar, num caso destes toda a gente perde. Perde o pai (mãe) que se vê alienado, perde a criança que não cresce de um modo saudável, não cresce com o pai e não cresce com a mãe, porque agir assim não é papel de mãe. As palavras que a senhora utilizou podem não ter sido estas, mas a mensagem sim. Quem age assim não é uma boa mãe, não é.
No caso mostrado na reportagem fiquei sentida quando soube que os próprios filhos disseram em tribunal não querer ir de férias com o pai.
Nestes casos um fim-de-semana que se falha, o próximo é só daí a 15 dias e afinal também se falha e passa-se um mês em que pai e filhos não estão juntos, e depois outro mês, e outro. Meses. Festas. Da escola, Natal, tudo o que é suposto ser partilhado, é simplesmente ignorado. E porquê? Porque as mães não querem. Não querem que os filhos tenham relacionamento com os pais. Agem sem qualquer respeito por ninguém principalmente respeito pelos filhos. Na reportagem falaram em desequilíbrio emocional, má formação.
Ainda no caso da reportagem, se dúvidas houvesse que, os filhos daquele casal, sofriam de Alienação Parental as palavras da mãe não deixam dúvidas. Para começar recusou a proposta da Mediação Familiar “Para quê?” pergunta ela na reportagem. Só o facto de fazer a pergunta diz tudo. E depois a confirmação vem no final. A jornalista pergunta a ambos qual o futuro que vê no relacionamento Pai /Filhos. O pai responde que espera que os filhos saiam do ninho, que voem sozinhos, que questionem, que continuará à espera deles. A mãe muito grosseiramente responde “Inexistente”.
Para balançar mostram-nos também a história de uma mãe que ficou um ano sem saber dos filhos que tinham sido levados pelo pai. Eu recordo-me da história, da jornalista Felícia Cabrita ter encontrado essas crianças. Não sei os detalhes mas depois disso parece que as crianças voltaram a viver com a mãe, o pai entretanto desapareceu e nunca mais procurou os filhos. Neste caso dois apontamentos:
1 – A filha que deverá ter uns 16 anos, dá o seu testemunho. Diz que já se sente com maturidade suficiente para falar no assunto. Diz que o pai lhes dizia mal da mãe, e que lhes dizia que era a mãe que não os procurava e por aí fora. Sabe que a mãe terá todas as razões do mundo para não gostar do pai mas nunca lhes disse mal dele. Continua a gostar do pai, apesar de ele ter desaparecido e nunca mais os ter procurado. O tribunal entregou o poder paternal à mãe mas estipulou as visitas do pai, mesmo este tendo raptado os filhos. A filha diz ter perguntas. Se entretanto lhes disse que o que fez foi por gostar tanto deles, porque razão desapareceu depois?
2 – A mãe. A mãe que teve 1 ano ou mais sem saber dos filhos porque o pai os raptou e nunca disse mal do pai aos filhos. Testemunho da filha. E a história que contou em relação ao filho. De sorriso na cara diz-nos que logo quando se separaram e viviam em casas separadas os filhos vinham vê-la e o filho nunca queria entrar. Quando a mãe lhe perguntou porquê o filho diz que “ o pai diz que, se eu entrar aí, deixa de gostar de mim. Eu sei que tu não deixas de gostar de mim mesmo que eu não entre”
Este texto vai longo mas ainda havia muito mais para escrever. Só para terminar uma última nota sobre a primeira ... mãe (tenho alguma dificuldade em dar-lhe essa categoria). O pai casou novamente, os filhos davam-se bem com a madrasta. De um momento para o outro o pai recebe uma sms dizendo que os filhos não iriam mais ter com ele enquanto ele estivesse com outra pessoa. Aparentemente terá acusado a madrasta de bater nos filhos. A madrasta falou dizendo que lhe tinha obviamente custado ser acusada em falso. Ainda poderíamos dar o benefício da dúvida à “mãe” mas na reportagem é a própria que diz não querer ter os filhos a conviver com alguém que não é da família. Os filhos iram para estar com o pai e não com outra pessoa que não é da família. O quê?
É típico. Não me parece que a senhora consiga alguma vez ter vida própria para além de viver em função dos filhos (erro gravissímo) mas se por artes mágicas a senhora casasse novamente, o marido dela nunca faria parte da família. Isto não é má-formação das pessoas?
Engraçado, questiono-me sobre o que teria ela respondido caso a jornalista lhe fizesse essa pergunta, se ela se casasse novamente. Hipótese que ela em caso algum colocou, como não tem vida essa hipótese nunca se põe.
Padrastos e madrastas fazem parte da família, não são pai e mãe. O importante é cada um saber perfeitamente qual o papel que lhe corresponde e ter sempre noção dos seus limites. Mas isto é uma lição básica de viver em sociedade, coisa que nem toda a gente sabe.
PS. Texto escrito muito à presa, no meio do trabalho, nem vou rever. Sorry pelos erros. Se tiver tempo revejo em casa.
sábado, 14 de Novembro de 2009
De modos que é isto
São neste momento 10:25. Desde as 8h que estou em frente ao PC. Sim, hoje, Sábado. Amanhã vou ter um dia ocupado como tal pensei que devia de aproveitar o sábado para fazer uns trabalhos que trouxe para casa. Razão pela qual me decidi sentar em frente ao PC bem cedo num sábado de manhã.
PC ligado "ora vamos lá ver como está o mundo" - primeiro pensamento que me levou à Net, "já agora, deixa-me ver uns blogs. Se calhar aproveitava e punha finalmente em dia a lista dos favoritos". Lá me pus a ordenar os blogs, acrescentar alguns que ainda não tinha na minha lista, apagar outros que há meses não dão sinal de vida, actualizar endereços que mudaram e por aí fora. Portanto estou a ter uma manhã bem produtivo, não é de trabalho mas não deixa de ser produtiva.
Agora estou a pensar que, depois de escrever este post, devia de ir imprimir umas folhas para a próxima viagem (que está quase, quase, quase. Suomi não é propriamente uma língua simpática e quero anotar no mapa alguns sítios que quero visitar. Fazer trabalho de casa (mais uma vez), mas este é bem mais interessante.
PC ligado "ora vamos lá ver como está o mundo" - primeiro pensamento que me levou à Net, "já agora, deixa-me ver uns blogs. Se calhar aproveitava e punha finalmente em dia a lista dos favoritos". Lá me pus a ordenar os blogs, acrescentar alguns que ainda não tinha na minha lista, apagar outros que há meses não dão sinal de vida, actualizar endereços que mudaram e por aí fora. Portanto estou a ter uma manhã bem produtivo, não é de trabalho mas não deixa de ser produtiva.
Agora estou a pensar que, depois de escrever este post, devia de ir imprimir umas folhas para a próxima viagem (que está quase, quase, quase. Suomi não é propriamente uma língua simpática e quero anotar no mapa alguns sítios que quero visitar. Fazer trabalho de casa (mais uma vez), mas este é bem mais interessante.
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Frieza nórdica
"O relacionamento de Kimi Raikkonen com Lewis Hamilton será igual ao que o finlandês tem tido com todos os seus companheiros de equipa-inexistente"
Luis Vasconcelos na Auto Sport
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Revistas
... de mulherzinha, por assim dizer.
Compro regularmente a Máxima, é a minha revista preferida (do género). Também compro a Vogue, de vez em quando dou uma passagem de olhos pela Elle. Durante muito tempo comprei a Activa, mas passou a chatear-me. Aliás nos últimos tempos que a comprei era simplesmente por causa da colecção de livros de cozinha. Mas também já me deixei disso.
Uma mais, outras menos, com artigos mais fúteis ou menos fúteis, acabo por ler. Mas esta semana ao abastecer o carro e por ter cartão Galp Woman deram-me uma revista Happy. Já alguém leu? Tenho pena de já não a ter comigo (já foi para a reciclagem) para dar exemplos de alguns artigos. Não me considero conservadora no que diz respeito a sexo e falar de sexo, mas achei um bocado exagerado, tudo. As histórias, os artigos, os testemunhos. Será que vivo num mundo à parte?
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