Sempre que o meu telefone toca o meu coração dispara, sempre. O receio antes de ver quem é, a angústia de pensar “o que será desta vez?”. Desta vez, um ano depois ouvi: “quero voltar”.
Primeiro uma calma aparente, o respirar de alívio por não ser, não sei, não ser outra coisa.
Agora a dúvida do que se segue. Estou sem paciência, acima de tudo magoada.
Estou tão magoada…
Primeiro uma calma aparente, o respirar de alívio por não ser, não sei, não ser outra coisa.
Agora a dúvida do que se segue. Estou sem paciência, acima de tudo magoada.
Estou tão magoada…
3 comentários:
Dizem que o tempo cura, mas eu não acredito nisso.
Estar magoada é não querer, talvez nem saber perdoar (a nós ou a outra pessoa qualquer) e sentir culpa por isso... Desculpa. Estou a falar de mim.
Cada um terá de ter a capacidade de saber os seus próprios limites.
E, nesse momento, identificar o que é melhor para a sua vida.
Tudo tão simples e, eternamente, tão complexo.
Beijo
Francisco
:*
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